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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Espelho Espelho Meu (Mirror Mirror) | Crítica Cinema



Gênero: Aventura, Comédia
Ano: 2012
Título original: Mirror, Mirror
Duração: 106 min(s)
Classificação: Livre
Elenco: Lily Collins, Julia Roberts, Armie Hammer
Direção: Tarsem Singh
Sinopse: Lily Collins vive a princesa exilada Branca de Neve e é perseguida pela Rainha Má, que governa o reino sem piedade. Na sua luta para conquistar o trono a que tem direito e também para ganhar o coração do príncipe encantado, Branca de Neve contará com a ajuda dos leais e destemidos sete anões nessa aventura fantástica cheia de romance, rivalidade e muito humor.


Critica: Apesar do Filme ser muito bem divulgado não tinha muitas pessoas na sala do cinema, mas acho que foi porque era uma terça as 16:40h. O filme é uma adaptação comica do clássico conto da "Branca de Neve" escrito pelos irmãos Grimm que foi adaptada também pela Disney para as crianças como publico alvo, já essa adaptação não tem um publico alvo, ou seja, é para toda família, crianças, adolescentes, jovens e adultos.

O editor do filme não economizou nem um pouco na grande quantidade de cenários que foi uma coisa que chamou muito a atenção nesse filme, todos os cenários gráficos ficaram muito marcantes, pois o filme tinha vários detalhes abusando da criatividade.

Nesse filme não tem mais aquela coisa de o principe encantado e destemido salva a donzela em apuros, é interessante pelo fato da Branca de Neve lutar pelo ideal de salvar a cidade da pobreza, pois a rainha fica com todo o dinheiro dos impostos do povo para pagar suas Festinhas Particulares, ela engana o povo dizendo que esta salvando eles da Besta.

A Lily Collins foi uma ótima escolha para interpretar a Branca de Neve, pois ela deixou bem visível a Bondade, Carisma e Heroísmo da Branca de Neve. Todo o elenco foi teve uma parte voltada para a comédia, como por exemplo os 7 anões, cujos nomes são muito diferentes dos originais da Disney/Irmão Grimm. Os nomes originais são Dunga, Zangado, Atchim, Feliz, Mestre, Soneca e Dengoso, já nessa versão os nomes são: Grim, Açougueiro, Lobo, Napoleão, Tampinha, Rango e Riso.

Além da bela direção de Tarsem Singh, "Espelho, Espelho Meu" tem figurino de Eiko Ishioka. As cores vibrantes da realeza se destacam em relação as cores pobres e fracas dos moradores da cidade. Ainda nesse ano vai sair mais uma adaptação com a atriz Kristen Stewart famosa por ser a personagem principal da Saga Crepusculo, ja esta tendo uma pequena disputa para ver qual adaptação para ver qual será melhor e qual terá maior sucesso.

O filme teve muitas qualidades, mas deixou um pouco a desejar sim, mas mesmo assim eu recomendo esse filme para toda a família.

Trailer:

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Cinzas, sangue e o sapatinho de cristal..




Cinderela foi feita de criada pela madrasta malvada e as duas filhas fizeram que não deixaram ela ir a um baile pois tinha de limpar a casa e não tinha roupa para usar na festa. A fada madrinha apareceu e limpou a casa e deu um vestido lindo para Cinderela. O príncipe se apaixonou por Cinderela e, na volta para casa, ela deixou cair na escada seu sapatinho de cristal. O príncipe ordenou que todas as moças do reino experimentassem o sapato. Cinderela experimentou e o sapato serviu. A jovem e o príncipe se casaram e viveram felizes para sempre.


Você realmente acha que essa é a verdadeira História da Cinderela? 
A história real foi escrita pelos irmãos Grimm que criaram também a verdadeira história da Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, Rapunzel, A Bela Adormecida, entre outros contos popularem, todos ele não são histórias aconselhadas para crianças, não mesmo. Essas histórias foram adaptadas para ser contadas para as crianças, fazendo as originais serem esquecidas.



Há muito tempo, aconteceu que a esposa de um rico comerciante adoeceu gravemente e sentindo seu fim se aproximar chamou sua única filha e disse:

- Querida filha, continue piedosa e boa menina que Deus a protegerá sempre. Lá do céu olharei por você e estarei sempre a seu lado. Mal acabou de dizer isso, fechou os olhos e morreu.

A jovem ia todos os dias no túmulo da mãe, sempre chorando muito. Veio o inverno, e a neve cobriu o túmulo com seu alvo manto.
Chegou a primavera e o sol derreteu a neve. Foi então que o viúvo resolveu se casar outra vez. A nova esposa trouxe suas duas filhas, ambas bonitas, mas só exteriormente. As duas tinham a alma feia e cruel. A partir desse momento dias difíceis começaram para a pobre enteada.

- Essa imbecil não vai ficar no quarto conosco! - Reclamaram as moças. O lugar dela é na cozinha! Se quiser comer pão, que trabalhe!

Tiraram-lhe o vestido bonito que ela usava, obrigaram-na a vestir outro, velho e desbotado e a calçar tamancos.

- Vejam só como está toda enfeitada a orgulhosa princesinha de antes! - disseram a rir levando-a para a cozinha.

A partir de então, ela foi obrigada a trabalhar, da manhã à noite, nos serviços mais pesados. Tinha que se levantar de madrugada para ir buscar água e acender o fogo. Só ela cozinhava e lavava os pratos para todos.
Como se tudo isso não bastasse, as irmãs caçoavam dela e a humilhavam. Espalhavam lentilhas e feijões nas cinzas do fogão e obrigavam-na a catar um a um. À noite, exausta de tanto trabalhar, a jovem não tinha onde dormir e era obrigada a se deitar nas cinzas do fogão. E como andasse sempre suja e cheia de cinza só a chamavam de Cinderela.
Uma vez, o pai resolveu ir a uma feira. Antes de sair, perguntou às enteadas o que desejavam que ele trouxesse.

- Vestidos bonitos, disse uma.

- Pérolas e pedras preciosas, disse a outra.

- E você, Cinderela, o que vai querer? - perguntou o pai.

- No caminho de volta, pai, quebre o primeiro ramo que bater no seu chapéu e traga-o para mim.

Ele partiu para a feira, comprou vestidos bonitos para uma das enteadas, pérolas e pedras preciosas para a outra e, de volta para casa, quando cavalgava por um bosque, um ramo de aveleira bateu no seu chapéu. Ele quebrou o ramo e levou-o. Chegando em casa, deu às enteadas o que haviam pedido e à Cinderela, o ramo de aveleira.
Ela agradeceu, levou o ramo para o túmulo da mãe, plantou-o ali, e chorou tanto que suas lágrimas regaram o ramo. Ele cresceu e se tornou uma aveleira linda.
Três vezes, todos os dias, a menina ia chorar e rezar embaixo dela. Sempre que a via chegar, um passarinho branco voava para a árvore e, se a ouvia pedir baixinho alguma coisa, jogava-lhe o que ela havia pedido.
Um dia, o rei mandou anunciar uma festa, que duraria três dias. Todas as jovens bonitas do reino seriam convidadas, pois o filho dele queria escolher entre elas aquela que seria sua futura esposa. e quando souberam que também deveriam comparecer, as duas filhas da madrasta ficaram contentíssimas.